Era um daqueles momentos em que valia apena apostar tudo e tudo era pouco que resumia a ser chamado de mundo. Apostar o mundo é o resumo de tudo.
Apostei... Joguei... Acreditava tanto! Perdi... E não paguei... Fugi!
Obtive atenção da injustiça, fugindo me escondo atrás de um topete de ouro em devaneio corro me assombra o passado!
Já regenerado, não querendo, novamente aposto o mundo... O resumo de tudo.
Conheço a garota nebulosa, Cult e caridosa atriz provinciana, a resposta aos meus mantras. Tomado pelo degredo, me apaixono, mesmo sabendo que paixão é sinônimo de jogo.
Um mundo e meio, meia mão, a mão do meio... O resumo foi medo e iluzão
Agora sim aprendi! O jogo entendi, jogar é vencer, perder e fugir, o resumo de tudo é roubar só pra mim.
Apostar... Jogar... Acreditar tanto! Perder... Não pagar... Fugir!
Essa é a lei, apena que advêm é perder um pedaço de si.
E hoje estou sem mão pra acenar a multidão
Hoje estou sem mão pra avisar a multidão
Sem mão pra aliciar a multidão
Mais não estou amputado, não, ao contrario, me sinto feliz. Pois tristeza é combustível filosófico. Sendo solidão a solução, o resumo de tudo é poder transformar essa historia em canção.
Pra finalizar termino com a firmação. Sendo eu bem ou o mal, estarei vivo aqui até o próximo natal...
